23 - "A Autoridade de Cristo sobre a Fé, a Adoração e o Reino de Deus" Mc 1.12-33

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fala sobre a autoridade de Cristo, tanto sore a natureza como sobre os homens

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Marcos 11:12-33: Tema"A Autoridade de Cristo sobre a Fé, a Adoração e o Reino de Deus"
Cristo demonstra Sua autoridade divina ao confrontar a hipocrisia religiosa e ensinar sobre a verdadeira fé e adoração.
CONTEXTO
Contexto Histórico:
A Páscoa Judaica: Este evento ocorre nos dias que antecedem a Páscoa, quando Jerusalém estava cheia de peregrinos. O templo era o centro das celebrações, mas havia grande corrupção no sistema religioso, especialmente na área de comércio dentro do templo.
Tensão com os líderes religiosos: Jesus já havia confrontado os fariseus e sacerdotes anteriormente, e este episódio intensifica o conflito, culminando na decisão deles de prendê-Lo.
Contexto Literário:
Ligação com os capítulos anteriores: Jesus entra triunfalmente em Jerusalém (Marcos 11:1-11) como Rei e Messias. Agora Ele demonstra Seu direito de julgar o povo de Deus e purificar o templo.
Estrutura em "sanduíche": O episódio da figueira (v. 12-14 e v. 20-25) envolve a purificação do templo (v. 15-19), criando um paralelo entre a falta de frutos da figueira e a corrupção religiosa de Israel.
ESTRUTURA
I. A Figuração do Juízo: A Figueira Sem Frutos (v. 12-14 e v. 20-21)
"A aparência de frutos sem realidade."
Explicação:
(v. 12-13) Jesus encontra uma figueira cheia de folhas, mas sem frutos.
A figueira simboliza Israel, que aparentava ser espiritual, mas estava estéril em termos de justiça e fé.
(v. 14) Jesus amaldiçoa a figueira como um ato simbólico de juízo.
Este ato não é de frustração, mas um ensino sobre a necessidade de frutos verdadeiros.
(v. 20-21) A figueira seca no dia seguinte confirma o poder das palavras de Jesus e aponta para o julgamento iminente sobre Israel.
Aplicação:
Devemos examinar nossas vidas para garantir que produzimos frutos espirituais genuínos, não apenas aparência de religiosidade.
II. A Purificação do Templo (v. 15-19) "O zelo pela casa de Deus."
Explicação:
(v. 15-16) Jesus expulsa os cambistas e vendedores do templo.
Ele condena a exploração econômica que distorcia o propósito de adoração no templo.
(v. 17) Jesus cita Isaías 56.7 “também os levarei ao meu santo monte e lhes darei alegria na minha Casa de Oração. Os seus holocaustos e os seus sacrifícios serão aceitos no meu altar, porque a minha casa será chamada ‘Casa de Oração’ para todos os povos.”” e Jeremias 7.11 “Será que este templo que se chama pelo meu nome é um covil de salteadores aos olhos de vocês? Eis que eu, eu mesmo, vi isso, diz o Senhor.” .
O templo deveria ser um "casa de oração para todos os povos", mas havia se tornado "um covil de ladrões".
(v. 18-19) Os líderes religiosos começam a planejar Sua morte.
A purificação do templo desafia diretamente sua autoridade e poder.
Aplicação:
Nossa adoração deve ser sincera, livre de interesses egoístas, e centrada em Deus. Devemos também lutar contra injustiças que profanam o testemunho cristão.
III. O Ensino sobre a Fé e a Autoridade de Cristo (v. 22-33)
A. A Fé que Move Montanhas (v. 22-25)
"A oração poderosa e a importância do perdão."
Explicação:
(v. 22-23) Jesus usa a figueira como um exemplo para ensinar sobre fé.
A verdadeira fé confia no poder de Deus para realizar o impossível.
(v. 24) A oração deve ser marcada por confiança total.
(v. 25) O perdão é essencial para que a oração seja eficaz.
Aplicação:
Devemos cultivar uma fé viva e uma vida de oração que esteja alinhada com o caráter de Deus, incluindo um espírito de perdão.
B. A Autoridade de Cristo Questionada (v. 27-33)
"A autoridade divina de Jesus."
Explicação:
(v. 27-28) Os líderes religiosos perguntam com que autoridade Jesus faz essas coisas.
(v. 29-30) Jesus responde com uma pergunta sobre João Batista, conectando Sua autoridade à revelação divina.
(v. 31-33) Eles recusam responder por medo, e Jesus não revela mais.
Isso expõe a hipocrisia e a incredulidade dos líderes.
Aplicação:
Reconhecer a autoridade de Cristo é essencial para uma vida que glorifica a Deus. Rejeitá-la é resistir à própria fonte da verdade e vida.
TEOLOGIA BÍIBLICA
Mateus 28:18: "Toda autoridade me foi dada no céu e na terra."
Colossenses 1:15-20: Cristo é o cabeça sobre toda criação e sobre a igreja.
Hebreus 1:3: Ele sustenta todas as coisas pela palavra do Seu poder.
GRANDE IDEIA
Jesus demonstra Sua autoridade ao julgar Israel (figueira), purificar o templo e desafiar os líderes religiosos. Sua autoridade não vem dos homens, mas do próprio Deus, como Rei, Sacerdote e Profeta.
APLICAÇÃO
1. Frutos espirituais genuínos: Avalie se sua vida reflete uma fé verdadeira e produz obras que glorificam a Deus.
2. Adoração sincera: Busque uma adoração centrada em Deus e zele pela pureza da igreja como comunidade de fé.
3. Fé ativa e oração: Confie plenamente no poder de Deus, cultivando uma vida de oração eficaz e marcada por perdão.
4. Submissão à autoridade de Cristo: Reconheça Jesus como Senhor sobre todas as áreas da sua vida e viva de maneira que reflete Sua soberania.
CONCLUSÃO
Cristo nos chama à verdadeira adoração e uma vida que produz frutos espirituais. Sua autoridade é inquestionável e eterna. Que vivamos submissos a Ele, com fé genuína e compromisso com Seu reino.
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